Escrito por Meerstempel Badist em 11, Julho, 2008
Um casal está de férias em Macau.
Passeando pela zona do mercado, a ver as coisas que por lá se vendem, passam por uma pequena loja de calçado, mais propriamente de sandálias, e ouvem uma voz lá de dentro num linguajar meio por meio, a dizer:
- Vocês, estlangeilos! Entlem, entlem na minha humilde loja!
O casal entra na loja e o chinês diz-lhes:
- Tenho aqui umas sandálias especiais que penso que estalão intelessados. Elas fazem ficale selvagem no sexo que nem um glande camelo do deselto. Quem as calça fica maluco por um sexo extlemado.
A esposa, mostra-se curiosa e interessada. O marido não se interessa nada por elas, mas por desencargo de consciência pergunta ao homem:
- Como é que estas sandálias nos tornam muito mais agressivos sexualmente?
O Chinês explica:
- É só explimentale… Calça as sandálias!
O marido depois de discutir um pouco com a mulher cede e, displicentemente experimenta-as.
Calça as sandálias e imediatamente ganha um olhar selvagem, algo que a mulher não via há muitos anos. Era o poder sexual cru e nu!
Num piscar de olhos, o marido corre para o Chinês, atira-o para cima da mesa e rasga-lhe as calças… o Chinês começa a berrar:
- Calçou ao contlálio! Calçou ao contlálio!! Calçou ao contlááááááliio!!
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Escrito por Meerstempel Badist em 18, Junho, 2008
O português da sapataria atende o telefone:
- Alô! Casa de Calçados São Manuel, às suas ordens!
- Como? Casa de Calçados? - espanta-se a voz do outro lado da linha - Acho que me enganei de número!
- Não faz mal, minha senhora! Pode trazer aqui que eu troco!
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Escrito por Meerstempel Badist em 26, Março, 2008
Num barzinho, lá pelo início dos anos noventa, um grupo de amigas finalizava a noite. E como no Brasil há uma diversidade enorme de povos, não poderia faltar a loira, lógico, que indignada confere a conta entregue pelo garçom:
- Espera aí! Olha eles roubando a gente! Nós não pedimos “Couvert Artístico”, só bata frita!!!
A amiga ao lado, bem discreta lhe avisou.
- A gente tá pagando pelo show dessa banda ótima que tá tocando…
E ela, gritando e batendo palmas!
- Uhuuu!!!! Eles são ótimos! Vamos gritar o nome da banda! Couvert artis-tí-coo! Couvert Artis-tí-cooo!
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Escrito por Marcelo Malta em 13, Março, 2008
Não adianta ser rico, ter roupas caras e de marca se o melhor da vida a gente faz pelado.
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Escrito por Marcelo Malta em 10, Março, 2008
Um brasileiro recém chegado a Buenos Aires entra numa loja e fala:
- Me dá um penico por favor.
- Penico? O que é penico?
- indaga o argentino
- É aquilo lá, ó… - fala o brasileiro apontando para o pequeno objeto.
- Ah… Este no és penico, chamamos a cá de brasileiro! Que tamanho de brasileiro o senior quer?
- Me vê aí um que caiba uns cinco argentinos!
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Escrito por Marcelo Malta em 9, Março, 2008
- Doutor - diz ele - estou com um problema. Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos - diz o psiquiatra - Venha três vezes por semana, e eu curo este problema.
- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? - pergunta o psiquiatra.
- A 120 paus a consulta? Um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? - pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama.
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Escrito por Marcelo Malta em 2, Março, 2008
Na fila do caixa da padaria…
O inglês começou:
- Quando fazemos sexo, a minha mulher grita tão alto que a minha sogra, que mora no andar de baixo, escuta!
E o alemão:
- Isso não é nada, a minha mulher grita tão alto, mas tão alto, que a minha sogra, que mora na casa ao lado, escuta!
O português, do outro lado do balcão, dá uma gargalhada e diz:
- Ora pois, a minha mulher grita tanto, tanto, que eu escuto cá da padaria!
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Escrito por Marcelo Malta em 27, Fevereiro, 2008
Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada. Os aldeões sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos. O homem comprou centenas de macacos a $10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça. Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça. Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para $25 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos. Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões:
- Olhe todos estes macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender por $35 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por $50 cada.
Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente. Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente macacos por todos os lados.
Agora você entendeu como funciona o mercado de ações.
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Escrito por Marcelo Malta em 21, Fevereiro, 2008
Bruno e Breno eram um casal gay apaixonadíssimo. Eles se adoravam, tinham bons empregos, viviam juntos em um belo apartamento… Enfim, eram muito felizes. Certo dia, Breno estava de folga e ficou em casa, enquanto Bruno foi trabalhar.
Breno, então, resolver fazer uma linda surpresa para o seu amado. Enquanto Bruno estava no trabalho, Breno foi a uma clínica de tatuagens e mandou tatuar duas letras bês (B) enormes, uma em cada nádega. No lado esquerdo, a letra inicial de Breno; no lado direito, a letra inicial de Bruno. Breno achou que isso seria uma prova inequívoca de seu amor por Bruno, pois as iniciais do casal ficariam para sempre gravadas em sua bunda.
Feliz, com as duas letras “B” tatuadas na bunda, uma em cada lado, Breno voltou pra casa no final da tarde, com a intenção de fazer a surpresa para Bruno. Breno então foi para o quarto, tirou a roupa, e, na hora em que ouviu o barulho de Bruno entrando em casa, ficou de quatro em cima da cama, com a bunda tatuada voltada para a porta do quarto, numa posição quase que ginecológica.
Bruno então entrou no quarto, viu aquela bunda tatuada virada pra ele e parou, estupefato, mal acreditando no que via.
Breno, sorrindo, perguntou?
- E aí, amor, gostou?
E Bruno, sem conseguir conter uma lágrima que descia pelo seu rosto, soluçando, limitou-se a perguntar:
- QUEM É BOB?
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Escrito por Marcelo Malta em 21, Fevereiro, 2008
Espero que essa história chegue ao seu coração, tanto como chegou ao meu…
Um homem jovem estava fazendo compras no supermercado, quando notou que uma velhinha o seguia por todos os lados. Se ele parava, ela parava e ficava olhando para ele. No fim, já no caixa, ela se atreveu a falar com ele, dizendo:
- Espero que não o tenha feito se sentir incomodado; mas é que você se parece muito com meu filho que faleceu.
O jovem, com um nó na garganta, respondeu que tudo estava bem, que não havia problema.
A velhinha lhe disse, então:
- Quero lhe pedir algo incomum.
O jovem lhe respondeu:
- Diga-me em que posso ajudá-la.
- Queria que você me dissesse “Adeus, Mamãe”, quando eu me for do supermercado, isso me fará muito feliz!
O jovem, sabendo que seria um gesto que encheria o coração da velhinha, aceitou.
Então, a velhinha passou pela caixa, após ter registrado as suas muitas compras. Aí, se voltou sorrindo e, agitando sua mão, disse:
- Adeus, filho!
Ele, cheio de amor e ternura, lhe respondeu efusivamente:
- Adeus, mamãe!
Ela se foi e o homem ficou contente e satisfeito pois, com certeza, havia dado um pouco de alegria à velhinha. E, então, passou suas compras.
- São R$ 554,00 - disse a moça do caixa.
- Por que tanto, se só levo estes cinco produtos?
E a moça do caixa lhe disse:
- Sim, mas sua mamãe disse que você pagaria pelas compras dela também…
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Escrito por Marcelo Malta em 21, Fevereiro, 2008
Um gaúcho com um baita de um facão foi até uma rua repleta de bares.
Ele entrava em cada bar, riscava o chão com o facão e dizia:
- Tem macho aqui?
Todo mundo ficava em silêncio.
Isto se repetiu em vários bares, até que o gaúcho entrou no último bar.
Riscou o chão novamente e gritou:
- Tem macho aqui, tchê?
Todo mundo ficou em silêncio.
O gaúcho puto de bravo enfiou o facão no chão e sentando em cima do facão disse:
- Então vai no facão mesmo.
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Escrito por Marcelo Malta em 20, Fevereiro, 2008
Na porta de um WC
WC fora de serviço. Use o piso de baixo.
Na lavanderia:
MÁQUINAS AUTOMÁTICAS: Por favor retire toda a sua roupa quando a luz apagar.
Numa loja de artigos usados:
Trocamos qualquer coisa - Bicicletas, máquinas de lavar, etc. Traga a sua esposa e leve uma bonita velharia.
Na porta de uma farmácia:
Fechado por motivo de doença.
Num parque de safari:
Elefantes, fiquem dentro do carro.
Na vedação de uma quinta:
O proprietário permite a livre circulação de pessoas. O touro não.
Na porta de uma oficina:
Reparamos qualquer coisa. (Por favor bata, a campainha está avariada).
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Escrito por Marcelo Malta em 19, Fevereiro, 2008
A mulher recebe o amante em casa enquanto o marido trabalha. Seu filho de nove anos chega da escola mais cedo, vê os dois juntos e se esconde no armário do quarto para espiar.
O marido também volta para casa inesperadamente e a mulher resolve esconder o amante no armário, sem perceber que o filho já estava lá.
O menininho diz:
- Ta escuro aqui.
O amante responde:
- É… Tá mesmo.
- Eu tenho uma bola de beisebol.
- Legal.
- Quer comprar?
- Não, obrigado.
- Meu pai está lá fora.
- Ok, quanto?
- Duzentos reais.
Algumas semanas depois, lá estão o garoto e o amante presos no armário novamente.
- Tá escuro aqui.
- É… Tá mesmo.
- Eu tenho uma luva de beisebol.
O amante, se lembrando da última vez, pergunta ao garoto:
- Quanto é?
- setecentos reais.
- Feito!
Dias depois, o pai diz ao garoto:
- Pegue a sua luva e a sua bola de Beisebol, vamos lá no quintal para eu te ensinar como se joga.
O menino responde:
- Não posso, vendi a luva e a bola…
- Por quanto você vendeu?
- Novecentos reais, responde o menino.
O pai, horrorizado, diz ao menino que isso não se faz, cobrar tanto de seus amiguinhos por coisas que custam barato. E leva o filho à igreja para que confesse para o padre.
Chegando lá, o pai leva o menino ao confessionário e fecha a porta.
O menino diz:
- Tá escuro aqui…
O padre responde:
- Nem vem! Eu não vou comprar mais porra nenhuma.
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Escrito por Marcelo Malta em 15, Fevereiro, 2008
Apresenta-se no palco um homem com um crocodilo.
Depois de agradecer os aplausos, o homem pega num pau, dá uma cacetada na cabeça do crocodilo e este abre a boca.
O homem desaperta a braguilha, ajoelha-se e coloca o pénis na
boca do crocodilo.
Começam a rufar os tambores e o público faz silêncio total.
O homem pega novamente no pau e dá segunda cacetada na cabeça do crocodilo.
Este começa a fechar a boca lentamente.
- Uaaahhh!!! - Ouve-se a platéia.
O crocodilo, quando está quase a fechar a boca totalmente, pára!
Na platéia o silêncio é geral. Apenas se ouvem o rufar dos tambores.
O homem dá uma terceira cacetada na cabeça do crocodilo e este abre totalmente a boca.
O público explode em aplausos e a orquestra começa a tocar.
O homem põe-se de pé, aperta a braguilha e num tom desafiador pergunta à platéia:
- Alguém é capaz de fazer isto?
aí responde uma LOIRA da platéia:
- Eu faço! Só não gosto é que me batam na cabeça.
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Escrito por Marcelo Malta em 11, Fevereiro, 2008
Uma senhora muito distinta estava em um avião vindo da Suíça. Vendo que estava sentada ao lado de um padre simpático, perguntou:
- Desculpe-me, padre , posso lhe pedir um favor?
- Claro, minha criança, o que posso fazer por você?
- Eis o problema: eu comprei um secador de cabelo sofisticado, pelo qual paguei muito dinheiro. Eu realmente ultrapassei os limites da declaração e estou preocupada dele ser confiscado na Alfândega. Será que o senhor poderia levá-lo debaixo de sua batina?
- Claro que poderia, minha criança, mas você deve saber que eu não posso mentir.
- O senhor tem um rosto tão honesto, Padre, que estou certa que eles não lhe farão nenhuma pergunta.
E lhe deu o secador. O avião chegou a seu destino. Quando o padre se apresentou à Alfândega, lhe perguntaram:
- Padre , o senhor tem algo a declarar?
- Do alto da minha cabeça até a faixa na minha cintura, não tenho nada a declarar, meu filho - Ele respondeu.
Achando a resposta estranha, o fiscal da Alfândega perguntou:
- E da faixa da cintura para baixo, o que o senhor tem?
O padre respondeu:
- Eu tenho um equipamento maravilhoso, destinado ao uso doméstico, em especial para as mulheres, mas que nunca foi usado.
Caindo na risada, o fiscal exclamou:
- Pode passar, Padre! O próximo…
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