Risadas :]

Para a sua diversão

Archive for 1 de abril de 2008

Morreu de gonorréia

Posted by Meerstempel Badist em 1, abril, 2008

Quando o marido finalmente morreu, a esposa colocou no jornal o anúncio da morte, acrescentando que ele havia morrido de gonorréia.
Logo que o jornal foi distribuído, um amigo da família telefonou e protestou veementemente:
– Você sabe muito bem que ele morreu de diarréia, e não de gonorréia!
A viúva respondeu:
– Eu cuidei dele noite e dia, portanto é lógico que eu sei que ele morreu de diarréia, mas eu achei que seria melhor que se lembrassem dele como um grande amante, ao invés do grande merda que ele sempre foi.

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Advogado pobre

Posted by Meerstempel Badist em 1, abril, 2008

Um advogado honesto morre na pobreza. Seus colegas sentindo-se mal por sua família, decidem fazer uma coleta para arrecadar fundos para o funeral. Encontram com um homem e lhe perguntam:
– O senhor teria um real para enterrar um advogado?
– Para enterrar um advogado? Tomem 100 reais e enterrem mais 99!

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Velhinha contrabandista

Posted by Meerstempel Badist em 1, abril, 2008

Era uma vez uma velhinha que sabia andar de moto.  Todo dia ela passava pela fronteira montada na motocicleta, com um bruta saco atrás. O pessoal da alfândega (tudo malandro velho…) começou a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vinha na moto com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim para ela:

– Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa todo dia por aqui, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, respondeu:
– É areia!

Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da moto para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou a velhinha que fosse em frente. Ela montou na moto e foi embora, com o saco de areia atrás.

Mas o fiscal ficou mais desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco.

No dia seguinte, quando ela passou na moto com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era “areia, uai!”. O fiscal examinou e era areia mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou:

– Olha, vovozinha, eu sou fiscal da alfândega há mais de 40 anos. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
– Mas no saco só tem areia! – Insistiu a velhinha.
Ela já ia tocar a moto, quando o fiscal propôs:
– Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual o contrabando que a senhora está passando aqui todos os dias?

– O senhor promete que não ‘espáia’? Quis saber a velhinha.
– Juro! Respondeu o fiscal.
– Eu levo moto.

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